- Aline Bucco
- Cruz Alta, RS, Brazil
- Lugar das coisas que dançam na minha cabeça (e no meu coração)
quarta-feira, 25 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Inspirada por Ruy Barbosa
Talvez eu não entenda nada de política ou talvez 'o sangue que corre em minhas veias, de meus antepassados' que permearam pela Prefeitura e Câmara de Vereadores de Cruz Alta num passado nem tão distante, estejam gritando aos meus ouvidos e isto está começando a ficar tão 'impregnado' em minhas entranhas que é preciso torná-los palavras.
Continuo deixando claro que é uma opinião pessoal de uma eleitora brasileira que está cansada de ouvir discursos efusivos e com palavras bonitas, cheio de projetos e com aquele característico "gesto do pulso firme e fechado", de fotos abraçados com 'companheiros' políticos como se por algum tipo de transmissão de pensamento, osmose ou outro tipo de troca o ato de 'encostar' naquele político já consagrado fosse sinônimo de que assim como ele 'poderei ser teu representante ''perfeito". Alguns 'políticos' parecem ser 'figurinhas montadas', volto a comentar que, como 'pessoa' das artes que sou, analiso: alguns gestos parecem ser ensaiados, discursos que mais parecem roteiros, ações que devem ser uma tentativa de 'esquetes teatrais', até as pôses nas fotos são arquitetadas para que um bom ângulo seja conseguido... Por favor basta, de nesta história permanecermos sendo os palhaços!
Eu acredito em pessoas, pessoas que não fazem da 'política' uma carreira, que em meu ponto de vista nunca deveria ser. É preciso estar preparado, sim. Conhecer a realidade da comunidade, sim. Mas não fazer 'disso' um objetivo de vida. Acredito em pessoas que fazem a diferença e se fazem notar sem precisar chamar atenção para isso. O BEM não precisa gritar para APARECER, o Bem acontece, muitas vezes no silêncio, nos pequenos gestos que viram grandes ações.
N-E-C-E-S-S-I-T-A-M-O-S de pessoas do BEM fazendo política, de pessoas que trabalham, que cumprem horário, que sabem o que é ter que 'equacionar' um salário e fazer 'milagre' todos os meses para pagar honrosamente suas contas. Quem sabe são estas as pessoas que vão saber fazer milagre e mudar o rumo da política em nossa cidade.
Mas isso são apenas as minhas ideias, quem sabe, poucos pensem semelhante a mim ou, talvez não.
Concluo com as palavras de Ruy Barbosa. " Se cada um de vós meter bem a mão na consciência, certo que tremerá da perspectiva. O tremer próprio é, dos que se defrontam com as grandes vocações e são talhados para as desempenhar. O tremer, mas não 'descorçoar'. O tremer com o ousar, com o empreender, com o confiar. Confiai, senhores. Ousai. Reagi. E haveis de ser bem sucedidos. Deus, Pátria e trabalho. Metei o regaço essas três fés, esses três amores. E segui, com o coração puro."
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Verão em Nova York
Hoje acordei de 'cara' para o calendário e ainda na nostalgia do tempo que passa como um furacão, olhei para o sol pela janela e por alguns segundos 'me senti no verão' e de pronto veio na memória o único verão que eu passei num mês de julho, pulei da cama direto para 'minhas lembranças'.
Segundo meu 'álbum de lembranças' - que não se compara a 'caixa organizada' de lembranças da Thielli - exatamente na hora que acordei estávamos dizendo 'hello' para Estátua da Liberdade, num Circle Line a extatos 15 anos...
Então hoje estou debutando, quinze anos sem Nova York. Talvez para quem não a conheça isto pareça ser um post fútil, mas sinceramente, na minha opinião, ninguém volta de NY do mesmo jeito que foi.
Aqui em casa já é fato, 'quando a gente ficar milionário' (talvez nesta encarnação não seja possível)quero um apartamento bem de frente ao Central Park, pode ser no Dakota, bem de esquina, o chato é que ainda tem gente que tira foto na frente dele (onde morou John Lennon - hoje dia Internacional do Rock 13 de julho, casualmente),é, ali não, muito movimentado (como se algum lugar não fosse em NY) poderia ser então no SoHo - minha paixão a primeira vista.
O fato é que o tempo passa e as lembranças são a única coisa que nos restam, então, 'bora lá' fazer mais lembranças, afinal, o que você vai contar aos seus netos? Eu, se Deus me permitir, vou contar sobre meus verões em Nova York, sim, no plural porque eu 'ainda ei' de voltar!
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